*Elas*


Nome:Bianca Quoos
Idade:15 anos

Nome:Fernanda Iserhard
Idade:14 anos

Nome:Valéria Jinkoski
Idade:15 anos

Escola/Série: estamos no 1º ano do ensino médio do Instituto Estadual de Educaçã Ernesto Alves.

Cidade/Estado/País: moramos em Rio Pardo, Rio Grande do Sul, Brasil.

*Clock*





*Música*




*Tchau tchau*


Bye Bye: Obrigado por ter visitado nosso blog, ele foi feito com muito carinho. Volte Sempre! =D


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Postura religiosa de Einstein

Muitas vezes “acusado” de ser ateu e de introduzir a duvida a respeito de Deus, Albert Einstein elaborou e seguiu um pensamento religioso complexo e profundo, entendendo que a religião e a ciência eram complementares.


Quando se pretende falar da relação entre Albert Einstein e a religião, é inevitável lembrar uma de suas frases mais famosas: “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”. Isso seria mais do que suficiente para se perceber que o cientista tinha uma relação especial com a religião.


O SENTIMENTO RELIGIOSO SURGIU CEDO EM EINSTEIN, e ele chamou essa fase de sua infância de “paraíso religioso”, mas existem dúvidas quanto a como ele teria se desenvolvido. Quando os pais resolveram que ele devia conhecer o judaísmo, contrataram um parente distante para ensiná-lo e, segundo Maja, irmã de Albert, foi esse parente que despertou nele o sentimento religioso. Já Alexander Moszkowski, que escreveu a primeira biografia de Einstein, em 1920, afirmou, baseado em conversas pessoais com o cientista, que esse sentimento foi despertado após seu maior contato com a natureza, depois que a família se mudou de Ulm para Munique. O mesmo biógrafo também disse que a música desempenhou papel importante nesse sentimento religioso de Albert.


MAIS OU MENOS NA MESMA ÉPOCA em que falava sobre sua crença em Deus, Einstein também era acusado de ser um ateu, especialmente numa discussão provocada pelo cardeal O’Connell, arcebispo de Boston, ao advertir os membros do Clube Católico Americano da Nova Inglaterra a não lerem nada sobre a Teoria da Relatividade, uma vez que ela era “uma especulação confusa, que produz a dúvida universal sobre Deus e Sua criação (...) e encobre a assustadora aparição do ateísmo”.

O rabino Herbert S. Goldstein, da Sinagoga Institucional de Nova York, reagiu enviando um telegrama a Einstein pedindo que ele respondesse à simples pergunta: “O senhor acredita em Deus?” A resposta foi: “Acredito no Deus de Espinosa, que se revela na harmonia ordeira daquilo que existe, e não num Deus que se interesse pelo destino e pelos atos dos seres humanos”. Em última análise, pode se dizer que é uma resposta e um ponto de vista que se aproxima bastante de muitas posturas religiosas ou espiritualistas da chamada Nova Era, com um abandono do Deus pessoal.

Max Jammer alerta para o fato de que Einstein sempre estabeleceu uma distinção nítida entre sua descrença num Deus pessoal, de um lado, e o ateísmo, de outro. Num texto em que comentava um livro que negava a existência de Deus, Einstein disse: “Nós, seguidores de Espinosa, vemos nosso Deus na maravilhosa ordem e submissão às leis de tudo o que existe, e também na alma disso, tal como se revela nos seres humanos e nos animais. Saber se a crença em um Deus pessoal deve ser contestada é outra questão. Freud endossou essa visão em seu livro mais recente. Pessoalmente, eu nunca empreenderia tal tarefa, pois essa crença me parece preferível à falta de qualquer visão transcendental da vida. Pergunto-me se algum dia se poderá entregar à maioria da humanidade, com sucesso, um meio mais sublime de satisfazer suas necessidades metafísicas”.





- Postado por: Sem noção às 17:00:23
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Sionismo e Pacifismo

O sionismo é uma ideologia que expressa o profundo anelo dos Judeus de todo o mundo por sua pátria histórica – Sion significa a Terra de Israel.

O pacifismo é um sistema dos que propugnam pela paz mundial pelo desarmamento das nações.

O cientista aproveitou todo esse seu prestígio para engajar-se social e politicamente. Ele apoiou o sionismo e o pacifismo em todas suas manifestações, amparando iniciativas e ações através de sua fama, na esperança de conquistar e ampliar direitos democráticos. Contudo, com a vitória do nazismo na Alemanha, Einstein e seu trabalho passaram a ser difamados. Isso contribuiu fortemente para sua emigração para os Estados Unidos, no outono de 1933, de onde anunciou que jamais retornaria à Alemanha.


Einstein sempre esteve ao lado do desenvolvimento científico e da luta pela paz
Sua luta pela paz continuou também em solo norte-americano. Seu feito mais conhecido foi o envio de uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, alertando-o sobre a possibilidade de a Alemanha construir uma perigosa arma de destruição em massa, a ainda desconhecida bomba atômica.



- Postado por: Sem noção às 16:49:53
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Posição Religiosa

Muitas vezes “acusado” de ser ateu e de introduzir a duvida a respeito de Deus, Albert Einstein elaborou e seguiu um pensamento religioso complexo e profundo, entendendo que a religião e a ciência eram complementares.
Quando se pretende falar da relação entre Albert Einstein e a religião, é inevitável lembrar uma de suas frases mais famosas: “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”. Isso seria mais do que suficiente para se perceber que o cientista tinha uma relação especial com a religião.



- Postado por: Sem noção às 01:22:23
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